A China e o acesso à internet

A China é um dos maiores países do mundo em questões territoriais e o mais populoso. Lá, é possível visitar a muralha da China, uma das sete maravilhas do mundo, visitar a maior feira de negócios do mundo, aCanton Fair.

No país, há cerca de 450 milhões de internautas, correspondendo a 24% dos internautas de todo o mundo. Com tantos usuários, é de se espantar que por lá, a internet seja tão censurada. O governo teme que o compartilhamento e o livre acesso a muitas informações cause instabilidade e prejudique a segurança nacional.

Muitos sites como Google e Gmail são extremamente lentos, e redes sociais como o Facebook são bloqueados. Qualquer tipo de informação por lá é monitorada. Há uma equipe de vigilância que analisa e bloqueia os dados que considerarem inadequadas para entrar no país. Há cerca de 30 mil censores que ficam de olho nos fóruns e debates online sobre temas que causam polêmicas. Podem ser bloqueados muito rapidamente caso haja alguma informação considerada muito sensível ao governo. Até mesmo alguns termos de busca são bloqueados nos sites como Google ou Baidu, um buscador local.

Mas, mesmo com todas estas restrições, a maioria dos chineses não protestam, nem se revoltam. Eles costumam utilizar sites locais, que respeitam as regras do país, mas quando necessário, há diversas técnicas que burlam as restrições do país e permitem acessar redes sociais, por exemplo.

O governo alega que sente necessidade de proteger o povo. Segundo o Ministério de Relações Internacionais, o propósito do bloqueio é “manter um bom ambiente e proteger o interesse público”.

Porém, a população prefere seguir as regras dos chineses a desafiar as autoridades. E também, sentem-se à vontade com versões chinesas das maiores redes sociais. Até mesmo o layout destes sites versão chinesa se assemelham com as redes originais.

A maioria dos estrangeiros utilizam servidores piratas, que podem burlar as regras chinesas e navegar livremente na rede, sem censuras. Os chineses não utilizam estes meios seja por medo ou por desconhecimento mesmo. Também há as redes virtuais privadas, que codificam dados e os fazem passar pela “censura” sem nenhuma alteração. Custa cerca de 40 dólares por ano, e permite acessar qualquer site bloqueado.

L99

Um site de variedades.

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