A corrida mais emocionante dos últimos quatro anos

A sensação de quem via a corrida deste último domingo, dia 25 de novembro de , decisão do mundial de pilotos da Fórmula 1 era que os bravos e competentes pilotos estavam pilotando em uma pista ensaboada. Vettel e seu inabalável sentido de competitividade tiveram uma página brilhante de sorte, já que a pancada de Bruno Senna nele deveria ter decretado o fim da corrida do alemão.

Pneus de seco não serviam para maior parte da corrida

Apesar da insistência em se manter com os pneus slicks, o que davam a sensação de estar com pneus no Rio de Janeiro, carecas e debaixo de uma daquelas chuvas de verão que caem por aqui, alguns momentos eles até fizeram Felipe Massa achar que a estratégia de ir para os boxes para por os intermediários após todo mundo era ruim. Mas a verdade é que se o Brasileiro tivesse ido por os novos compostos junto com os outros, poderia ter brigado pela vitória no GP brasileiro.

O caos da metade para o fim da corrida foi a intermitência da chuva que não dava a certeza dos compostos de chuva e nem davam a firmeza do uso dos slicks. Quem sofreu com essa problemática foi Lewis Hamilton, que ao disputar a liderança com Hulkenberg viu seu rival escorregar no “s” do Senna e atingir sua roda dianteira esquerda. Foi um melancólico último capítulo do inglês em sua equipe mãe.

Vettel o justo campeão

Mesmo com todas as nuances de uma grande disputa, o Grande Prêmio do Brasil mostrou o quão interessante é para a Fórmula 1. A decisão foi emocionante e coroou o melhor piloto do ano. Mesmo sem ter feito uma grande corrida e até com alguns erros primários, Vettel manteve Alonso em seus olhos e venceu, mesmo com seu carro sem alinhamento, devido a pancada na traseira.

L99

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