Conheça os pombos urbanos

Os pombos chegaram ao Brasil no século XVI. Vieram com os europeus e se adaptaram rapidamente aos grandes centros urbanos, antes bem menores do que hoje.

Foram se adaptando à vida nas cidades, mudando, inclusive, sua aparência, velocidade de voo e até alimentação.

Nas cidades, eles vivem em locais altos, como forros de telhados, beirais de edifícios e vãos de prédios. Assim, conseguem se abrigar e usar a moradia como ponto de observação.

Comem qualquer alimento encontrado nas ruas e no lixo, como grãos, ração de animais, sementes e restos de comida. Na natureza, trocam o lixo da cidade pelos insetos, sementes e vermes.

Entenda porque não devemos alimentar os pombos

Muito se fala em controle de pombos urbanos. Mas por que ele é necessário? Entenda: os pombos urbanos podem passar doenças, pois se contaminam diariamente com bactérias e fungos.

Alimentar os pombos atrapalha o controle de pragas urbanas, porque, ao receberem alimentos, os pombos se fixam no local e deixam de procurar na natureza por outras fontes de comida. Aglomerados e sem predadores, apenas se reproduzem e sujam as ruas, monumentos e estátuas. Dessa forma, a contaminação por doenças é ainda maior.

Os pombos e a natureza

Você sabia que os pombos vivem até 30 anos quando soltos na natureza? Já nas cidades, a vida deles não ultrapassa 5 anos, pois pegam doenças provenientes da alimentação que têm.

Durante toda a vida de um pombo na natureza, ele consegue ter, em média, 6 ninhadas. Cada uma dá até 2 filhotes. Em 19 dias, os filhotes nascem e recomeçam o ciclo de vida!

L99

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