Dicas para escolher um cachorro

Quando se quer comprar um cão e levá-lo pra casa, é importante lembrar que ele não é um brinquedo nem um personagem de jogos online. Por isso, antes mesmo de começar a reclamar, lembre-se de que a responsabilidade pela escolha foi sua. E nesse caso, é importante observar algumas dicas de como escolher corretamente seu cão.

Em primeiro lugar, aja como um juiz. Sua escolha é semelhante à de um juiz na exposição. Se você pretende comprar um macho, peça que as fêmeas sejam retiradas. Observando aqueles, deixe de lado os menos espertos. Os remanescentes devem ser curiosos, amistosos e dispostos a brincar. Mas não os con­dene se mostrarem certa cautela e não o apreciarem no pri­meiro momento; rejeite, porém, um que se espante com o próprio dono.

Além disso, elimine também — no caso dos cães terem idade um pouco mais avançada — os eventuais monórquidos e criptórquidos (procure no Google o significado disso), assim como aqueles que mostrarem um prognatismo inferior ou superior pronunciado e cuja 2º dentição se apre­sentar incompleta ou com tártaro, ou ainda amarela, como consequência de uma cinomose.

É igualmente importante que você observe o canil, para inteirar-se das suas condições de higiene. Ele não precisa ser luxuoso, mas é indispensável que esteja em ordem e bem conservado. Os cães mais velhos também merecem atenção: são bem alimentados, bem dispostos, bem penteados? As res­postas a estas perguntas demonstram se o canil é ou não administrado com amor e eficiência.

Agora que seu animal foi escolhido, como você deve agir ao levá-lo pra casa?

Trazido para casa, o cãozinho nem sempre aceitará logo e alegremente o lar estranho, nem mes­mo com toda a família se esforçando para mimá-lo. É bem natural. Ele sente saudades da mãe e dos irmãos com os quais conviveu até os últimos instantes. À noite ouvem-se o choro e os soluços com que deplora a sua sorte. Esta nostal­gia pode ser suavizada com pequenos carinhos. Pense que um bebé tirado de sua mãe e levado a um ambiente estranho também choraria, especialmente de noite, quando sentiria mais ainda a falta dos cuidados maternos.

Como, então, acostumar logo o filhote? Da mesma forma, afinal, o cachorrinho foi tomado do meio dos seus irmãos, com os quais brincava o dia inteiro e cujos corpinhos o es­quentavam de noite. Para facilitar ao seu hóspede a transi­ção para um novo mundo, onde tudo lhe parece tão diferen­te, tente aproximar-se das particularidades do canil do criador.

Leve do canil anterior um velho saco sobre o qual ele dormia e que ainda preserve o seu cheiro característico. Este recurso já o ajuda bastante a encontrar uma cama com odor familiar. Você pode favorecer mais este “sentir-se em casa” despejando água, um pouco mais quente do que morna, numa bolsa de borracha (sem a encher totalmente), envol­vendo-a em um pano velho e tomando cuidado para que não escape deste. Ela deve ceder um pouco, quando o cachorrinho se encostar.

Seguindo estas dicas, é possível que a parceria entre vocês seja bem agradável.

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