• Início
  • Sem categoria
  • Governo Paraense critica a execução da hidrelétrica Belo Monte na Amazônia

Governo Paraense critica a execução da hidrelétrica Belo Monte na Amazônia

O aproveitamento dos rios para a geração de energia é de apenas um terço de todo o potencial que o Brasil tem para oferecer. Este é um dos principais argumentos do governo federal para a justificação do investimento na construção de usinas hidrelétricas na Amazônia. Entretanto, a forma com que os projetos de Belo Monte andam não está agradando ao governador do Estado, Simão Jatene do PSDB. Ele criticou a execução dos empreendimentos na região, de maneira irresponsável, sem devida consulta prévia à população local e que, de acordo com estudos técnicos, têm sido mal projetados.

“Sobre ser a favor ou contra hidrelétrica, eu te diria que, da forma como historicamente se tem construído essas usinas no país, ninguém de bom senso pode ser a favor”, afirmou ao Valor o governador Simão Jatene.

Em, no rio Xingu, foi aberto espaço para a construção da hidrelétrica de Belo Monte, com a previsão de ocupar o terceiro posto de maior usina hidrelétrica do mundo. Um complexo de cinco hidrelétricas foi destinado ao rio Teles Pires, na fronteira com o Mato Grosso. O ria Tapajós também não se livrou, em uma grande área florestal totalmente virgem foi reservada para a construção de duas barragens, a jatobá e a São Luiz. Os projetos de construção não param por aí, a lista se estende até o rio Jamanxin e ainda se estudam projetos de grande porte para os rios Araguaia e Tocatins. Para Simão Jatene, estes empreendimentos estão errados, é preciso rever a maneira como as obras estão sendo conduzidas, a maneira que os projetos estão sendo executados compromete diversas questões sociais e ambientais da região. O Direito Ambiental é um dos pontos mais importantes de toda a execução, é preciso rever alguns tópicos dos projetos para que nada seja afetado negativamente.

As obras de Belo Monte se iniciaram há 14 meses e até então já sofreram inúmeros protestos dos índiso que vivem pela região. Os outros pontos de estudo também já estão sofrendo uma represália da população, inclusive em algumas comunidades ribeirinhas os funcionários da Eletrobrás já forma impedidos de entrar, talvez por falta de esclarecimento e de informação da população local.

L99

Um site de variedades.

  • Página de exemplo
  • Enviar sua Postagem
  • Política de Privacidade
  • Termos de uso
  • Atividade
  • Membros
  • Registro
  • Ativação
Este é um site do grupo B20
Pular para a barra de ferramentas